terça-feira, 19 de julho de 2011

Dia do Amigo

Para se definir um amigo poucas palavras podem ser ditas sem que pareça repetição...

Um amigo serve pra rachar gasolina, emprestar a prancha, recomendar um cd, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra...
Melhor, tudo isso e um pouco mais!  Um escritor Tcheco, chamado Milan Kundera, escreveu num de seus livros, que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira verdadeirissima!
Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo construído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos...

Agora os amigos de longa data... os amigos de verdade  não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos, não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta, não recomenda apenas um cd. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país. Não dá carona apenas pra festa. Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu. Não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o réveillon. Não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado.  Não segura à barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador. 
Ainda existem os amigos folgados... Que chama seus pais  de pai e mãe, tio e tia, abre o armário da cozinha e se sente em casa, : tem um guarda-roupas cheio de coisas suas, poderia escrever uma biografia sobre você e sempre esta com você em todas...Até mesmo nos programas de índio.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Harry Potter ♥

Desculpa gente mas não teve como resistir... Escrever esse blog e opinar sobre diversas coisas que afetam meu dia-a-dia e não falar dele é quase impossível! Potter maníaca e Gleek de plantão, nem tem como evitar.
O fim de uma saga como a de Harry Potter deixa muitos fãs como eu com o coração na mão.
Os 7 livros mudaram a vida de muitas pessoas que mal liam.. os filmes mudou a forma de imaginar de muitas crianças -hoje quase adultos- sobre as bruxas,e sobre magia.
Graças a J.K. viajamos pra um mundo além dos muros de Londres, e além de qualquer limite imaginário.
Voamos em testrálios, choramos a morte de elfos, e amigos. Sofremos por perder parentes que nem são nossos, amigos, ou até por um amor que esta distante.
Enfim, o que J.K., o elenco e produção dos 8 filmes de Harry Potter fizeram o que poucos livros e filmes fazem: apaixonar uma geração.
Desculpe!!! Eu sou da Geração Potter e estou com o coração na mão, por ter que me despedir de amigos antigos, e deixar minha amada Hogwarts, apenas nas páginas dos livros. O que consola é que sempre haverá um trem na plataforma 9 3/4  esperando que eu retorne!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Eu tenho borboletas no estômago...e elas é que tiram o meu sono! ♫


Quando vemos alguém que amamos, medo, frio, nervoso... enfim: o frio na barriga nos acompanha na maioria das sensações. Sejam elas boas ou ruins...
Mas alguém sabe o porquê de sentimos essas ‘borboletas no estomago’?
Então... Esse friozinho é uma reação involuntária, causada pela impressão de estar frente ao desconhecido e ao imprevisível ou de falta de peso causada pela inércia dos órgãos abdominais, que não são corpos rígidos e têm certa mobilidade.
Quando estamos em frente ao desconhecido ou imprevisível: o frio é desencadeado pelo cérebro na emissão de uma descarga de adrenalina causada por um medo, susto intenso ou ansiedade. É como se a adrenalina causasse no organismo uma sensação de “dormência instantânea”. Os órgãos possuem células nervosas chamadas mecanoreceptores, que detectam mudanças bruscas de aceleração, causadas basicamente por aumento ou redução na ação da gravidade. Assim quando deslizamos numa montanha-russa, por exemplo, a queda é tão brusca que não há tempo para os órgãos se adaptarem à nova condição, ou seja, descemos, mas nossas vísceras como que permanecem no mesmo lugar onde estavam. Parece estranho, mas não é. Durante a queda ou a subida, a concentração de átomos eletricamente carregados dentro das células muda rapidamente, devido a uma mudança estrutural na membrana. A mensagem elétrica é, então, enviada para o cérebro, que processa a informação e a transforma no sintomático frio na barriga. O “friozinho na barriga” é uma reação involuntária, causada pela sensação do imprevisível ou pela falta de peso causada pela inércia dos órgãos abdominais.

Estudos da nova ciência de neurocardiologia mostram que o coração não é somente uma bomba mecânica, mas um sofisticado sistema para receber e processar informações. O coração envia muitas mensagens ao cérebro. Dessa forma, estados emocionais negativos como raiva ou frustração geram ondas eletromagnéticas totalmente caóticas no coração (como se estivéssemos pisando no freio e no acelerador ao mesmo tempo). Esse estado de batimentos desordenados (chamado de incoerência cardíaca) está ligado às sensações em determinadas situações. Quando temos emoções positivas, harmonizamos a mente e o batimento cardíaco, o que influencia no corpo. O frio na barriga se deve a sensação de entrar em território desconhecido, onde não sabemos o que virá a seguir.